quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

domingo, 2 de janeiro de 2011


sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

quarta-feira, 31 de março de 2010

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Boas Festas

Desejo do fundo do coração a todos........... Volto as postagens apartir da 2ª quinzena de janeiro......... beijos

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Poema para o pé

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Now playing: John Williams - The Drive
via FoxyTunes

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Now playing: John Williams - The Drive
via FoxyTunes


Declamo o pé,
meu nobre pé,
conhecido apenas
por seu chulé,
mas que tem
muitas virtudes:
sobre tudo me carrega
pra lá e pra cá
sem nem muito
se queixar.

Quem é o pé?
Ora bolas, o pé
é nada menos que
a mão da perna.
Ou será que a mão
é que é o pé do braço?
Enfim, é o pé
que me acode
na hora de andar,
de pedalar,
de correr,
de pular,
de dançar.

E é em homenagem ao
humilde pé
que temos:
o arrasta-pé,
o pé-de-moleque,
o "ao pé da letra."

Proponho o
Dia Nacional do Pé.

E a mão?
Só se for pra
plantar bananeira.
E plantar bananeira com os pés?
Isso é chamado: “Ficar de pé.”

domingo, 12 de outubro de 2008

pés descalços no carro


carro e meu pezinho


The Beatles - Drive My Car

Compositor: Lennon/McCartney

ASKED A GIRL WHAT SHE WANTED TO BE
SHE SAID, BABY, CAN´T YOU SEE?
I WANNA BE FAMOUS,
A STAR OF THE SCREEN
BUT YOU CAN DO SOMETHING IN BETWEEN

BABY, YOU CAN DRIVE MY CAR
YES, I´M GONNA BE A STAR
BABY YOU CAN DRIVE MY CAR
AND MAYBE I´LL LOVE YOU

I TOLD THAT GIRL THAT MY PROSPECTS WERE GOOD
AND SHE SAID, BABY, IT´S UNDERSTOOD
WORKING FOR PEANUTS IS ALL VERY FINE
BUT I CAN SHOW YOU A BETTER TIME

BABY YOU CAN DRIVE MY CAR... 2x

I TOLD THAT GIRL I COULD START RIGHT AWAY
AND SHE SAID, LISTEN ME, I´VE GOT SOMETHING TO SAY
I GOT NO CAR AND IT´S BREAKING MY HEART
BUT I´VE FOUND A DRIVER AND THAT´S A START

BABY YOU CAN DRIVE MY CAR...

pés ao volante



driver........... pés dirigindo


Drive

The Cars

Composição: Ric Ocasek

Who's gonna tell you when,
It's too late,
Who's gonna tell you things,
Aren't so great.

You cant go on, thinkin',
Nothings' wrong, but bye,
Who's gonna drive you home,
tonight.?

Who's gonna pick you up,
When You fall?
Who's gonna hang it up,
When you call?

Who's gonna pay attention,
To your dreams?
And who's gonna plug their ears,
When you scream?

You can't go on, thinkin'
Nothings wrong, but bye,
(who's gonna drive you)
(who's gonna drive you)
Who's gonna drive you home, tonight?
(who's gonna drive you home)

(bye baby)
(bye baby)
(bye baby)
(bye baby)

Who's gonna hold you down,
When you shake?
Who's gonna come around,
When you break?

You can't go on, thinkin',
Nothin's wrong, but bye,
(Who's gonna drive you)
(who's gonna drive you)
Who's gonna drive you home, tonight?
(who's gonna drive you home)

Oh, you know you can't go on, thinkin',
Nothin's wrong,
(Who's gonna drive you)
(Who's gonna drive you home)
Who's gonna drive you home, tonight?

(bye baby)
(bye baby)
(bye baby)

sábado, 11 de outubro de 2008

Sapato Velho


Roupa Nova

Composição: Mu - Claudio Nucci - Paulinho Tapajós

Você lembra, lembra!
Daquele tempo
Eu tinha estrelas nos olhos
Um jeito de herói
Era mais forte e veloz
Que qualquer mocinho
De cowboy...

Você lembra, lembra!
Eu costumava andar
Bem mais de mil léguas
Prá poder buscar
Flores-de-maio azuis
E os seus cabelos enfeitar...

Água da fonte
Cansei de beber
Prá não envelhecer
Como quisesse
Roubar da manhã
Um lindo pôr-de-sol
Hoje não colho mais
As flores-de-maio
Nem sou mais veloz
Como os heróis...

É! Talvez eu seja
Simplesmente
Como um sapato velho
Mas ainda sirvo
Se você quiser
Basta você me calçar
Que eu aqueço o frio
Dos seus pés...

Água da fonte
Cansei de beber
Prá não envelhecer
Como quisesse
Roubar da manhã
Um lindo pôr-de-sol
Hoje não colho mais
As flores-de-maio
Nem sou mais veloz
Como os heróis...

É! Talvez eu seja
Simplesmente
Como um sapato velho
Mas ainda sirvo
Se você quiser
Basta você me calçar
Que eu aqueço o frio
Dos seus pés...

Talvez eu seja
Simplesmente
Como um sapato velho
Mas ainda sirvo
Se você quiser
Basta você me calçar
Que eu aqueço o frio
Dos seus pés...

sábado, 4 de outubro de 2008

CINDERELA

Se minha revés alma fosse deserta
Deserta seria também sorte futura
Aonde você declina sua cintura
É onde sinto minha sombra desperta

Lívida vida tanta distância certa
Donde nunca alcançarei tal ternura
Saudosa escapa revelando cura
Procurando outro... saudade aperta

Procurando tanto dentro do diamante
O brilho que nenhuma alma revela
Nunca revelaria seu eterno amante

E nem o prisioneiro dessa cela
Infeliz, eu, em sua alma tão gigante
Tão deserta, sempre dizendo-te: Cinderela!


MarcusVinicius

sábado, 27 de setembro de 2008

Pé e poesia









PÉ DE POESIA

Tonho França

Há um renascer em mim, de forma sutil
algo que chega devagar, uma semente,
quando vê, já se abriu...
Que botão se inicia, pé de amor,
broto de poesia
e rego-a com minha devoção
como a uma crença
acompanho cada etapa,
e me encanta a florescência
não é só o formato, a cor,
é algo que não havia
nunca vi em canteiro algum,
pé de poesia!

sábado, 20 de setembro de 2008


Quem dá no pé quer fugir.
Ao pé da letra é resposta pronta, sem vacilação. Quem aperta o pé só quer andar mais rápido. Meter os pés é pagar favor com ingratidão... Quem fala ao pé do ouvido quer conversa "em segredo".
Quem bate o pé é teimoso.
Quem bota o pé no mundo quer degredo.
Quem cai de pé é tinhoso...
Quem fica com o pé atrás é desconfiado.
Em pé de igualdade, de igual pra igual.
Se entra com o pé direito, quer ter sorte.
Se entra com o pé esquerdo, é azarado...
Quem lambe os pés, adula e bajula.
Se trata na sola dos pés, é grosseiro.
Quem não chega aos meus pés não tem importância,
É pé-de-chinelo, zé-ninguém sem dinheiro.
Se o negócio está de pé, é porque o acerto é mantido.
Se procuras um pé, buscas pretexto ou motivo.
Quem é pé-de-chumbo não progride na vida;
Mas se é pé-de-bode é trabalhador e prestativo.
Quem chega pé ante pé, vem com vagar, de mansinho;
Mas se é pé-de-guerra, cuidado que de lá vem chumbo!
Se vem pé-d'água, espere toró e aguaceiro.
Se é pé-de-vento é redemoinho...
Pé-de-gancho ou Pé cascudo é o diabo!
Quem mete o pé no estribo encaminha a viagem;
Já pé-quente é o motorista ligeiro
Que mete o pé na tábua quando some na paisagem.
Se digo pé-de-página falo de rodapé de livro.
Já pé-de-moleque é doce de rapadura.
Para o pedreiro coluna de casa é pé-direito.
E pé-duro é caipira da roça, sem cultura...
Pé na cova é o doente nas últimas.
Azarado e sem sorte chamam de pé-frio.
Quem se arruína mete o pé no atoleiro.
Acaba pé-rapado, sem dinheiro nem brio.
Quem pisa no pé quer provocação;
Mas quem tem tirocínio tem sempre os pés-no-chão...

A poesia é do Alexandre Pelegi
 
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